Meus pensamentos,
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Are you happy with that?
Meus pensamentos,
sábado, 1 de agosto de 2009
Unexpected moments
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Voltei

segunda-feira, 13 de julho de 2009
Sobrevivendo em capital
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Consulta tensa

terça-feira, 30 de junho de 2009
A guerra já começou

domingo, 28 de junho de 2009
Anorexia, uma doença maldita

terça-feira, 16 de junho de 2009
Conclusão - Final (?)

quinta-feira, 11 de junho de 2009
Rotina maldita – Parte 2

Avisei-a que vou sair perto das quatro da tarde para encontrar a concentração surda, ela disse que vai viajar na cidade para ver parentes. Melhor! Depois das quatro horas da tarde, saí atrasado. Fiquei conversando e me divertia tão bem rindo com as piadas (isso é muito raro!). Depois das cinco e quinze, descobrimos que ficamos presos no colégio já fechado até as portas. Estávamos no pavilhão de esportes do colégio. Rodrigo* falou que estamos no momento Lost. Presos dentro do colégio! Tivemos que subir o muro com portão da saída (que vergonha que passei nisso!). Conseguimos de sair, isso é inacreditável nenhum do responsável do colégio nos avisou que vai fechar. Afinal, vou reclamar na semana que vem. Fumei um cigarro de L.A no caminho para casa. Uma hora depois, não resisti... Peguei, coloquei na microonda e devorei o pacote inteiro de pipoca! Avisei para mãe que fui convidado para a festa do bar, mas ela disse "não" várias vezes. Fiquei um pouco chateado, mandei torpedo para Renato* dizendo que não podia ir, com desculpas. Depois das onze da noite, peguei uma taça de vinho tinto com Martini e coloquei sete gotas de Rivotril nela. Minutos depois, os efeitos começaram: cabeça leve, alucinação e felicidade. Depois, me chapei na cama.

Acordei na hora de almoço de domingo, a mãe trouxe batata-frita e polenta frita. Eu recusei comer de alguma fritura, para o desespero da mãe que ficou implorando que eu coma. Recusei, só comi algumas colheradas de feijão e arroz com brócolis refogado. Depois de tarde toda sem comer nada, perto das oito da noite. Então, tive que esquentar a pizza congelada. E devorei quase inteira, a mãe comeu uma fatia. Não mereço assim...
Na segunda-feira, iniciei NF da uma de tarde, saí no centro para ver os preços de webcam, falar com auto-escola pra combinar datas (onde tomei dois copos de café com adoçante), por fim, devolvi um livro de 350 páginas sobre Che Guevara na biblioteca municipal, só li vinte páginas. Minha concentração para leitura está ruim ultimamente. Quando saí de biblioteca municipal, acendi um cigarro L.A e notei um jovem de roupas simples que nem um morador da rua. Percebi que era irmão de meu ex-colega que tentou me assaltar anos atrás, ele pediu que um isqueiro. Liguei pra ele, simplesmente, agradeceu comigo. Estranho... Eu não estava assustado nem fatigado. Pois eu estava com efeitos de Rivotril, além disso, o guarda municipal estava bem pertinho comigo, pode ser. "Léo! Você não falou com a Polícia que aquele rapaz tá solto de novo?", essa pergunta apareceu na minha cabeça. Dormi cedo para não ficar com fome noturna.
Acordei bem cedo na manhã geladinha de terça, não comi desjejum outra vez. Não me lembro algum almoço. Na noite aqui vem uma visita da amiga da mãe. A mãe propôs um jantar de berinjela assada. Depois das nove da noite, fechei NF de 32 e depois, jantei três rodelas de berinjela assadas – 49cal por unidade, carregadas por uma colher de maionese light – 30cal, por fim um pote de iogurte desnatado – 30cal. Fechei LF de 207cal
Estranho é que não fiquei feliz por ter conseguido fechar NF e LF sem problemas. O demônio do meio-dia voltou...

Gostaria de despertar num toque irritante:
- Pare de sonhar! E me libertar deste vício
Que é sempre flutuar
Em fantasias e cores,
Em belezas que o mundo esconde,
Em alegrias que não posso vislumbrar...
Porque me faz sonhar?
É maldição de vida,
Ou bálsamo pra tantas feridas
Que adquiri ao caminhar?
São tantos espaços no tempo,
Perdidos no vento a passear
Por longínquos tempos
Que a realidade não me fará recuperar...
Porque então sonhar?
Não sei... sei que continuo
Sem saber quando e onde parar.