quinta-feira, 4 de junho de 2009

Estresse pós-traumático

Algum dia eu estava repassando os currículos até a última fábrica. Na última fábrica onde preenchei questionário oferecido pelo RH da empresa. Minutos depois, me chamara para treinamento na área de armazenamento dos produtos. Tive que manusear o carrinho de mão que leva produtos grandes (não sei o nome mesmo, ignorância minha). E utilizar tal de palm que lê códigos das embalagens e dos estantes de armazenamento. Foi bem atrapalhado, porém, útil e rápido o treinamento. O senhor dos RH me pediu que eu voltasse pelas 2 da tarde na outra área. Confirmei. Tive que voltar caminhando até casa perto do meio-dia.

49,45

Durante meio-dia até uma hora da tarde, digitando, editando e imprimindo estatutos, atas e ofícios. Tarefa estressante por causa de computador ficou lerdo no momento. Perto de uma hora e quinze minutos, tive que me apressar ao centro para pegar ônibus da linha distrito industrial. Porém, perdi ônibus. Fiquei louco, de coração batendo forte arfando depois de correr cinco quilômetros. Cheguei na empresa atrasado, eram duas horas e 15 minutos. Tinha muita gente na sala de RH, o homem pediu que eu aguardasse. Fiquei nervoso. Quinze minutos depois, fomos na área tão barulhenta, cheia de pó da madeira e com cheiro da tinta quente: colocar peças de madeiras nas tabelas. Outra tarefa tão horrorosa, entediante e irritante! Fiquei desesperado depois de ver o relógio de parede marcando quatro e meia da tarde. Pois tenho compromissos: ir no cartório de registros civis e reunião de diretoria. Afinal, apareceu a chefe da área me chamou. Mais quinze minutos esperando nos RH! Ele falou-me que vai avisar, em breve, pelo telefone. Agradeci-o e corri o que puder até a próxima parada no bairro vizinho: mais cinco quilômetros. Sentia que meu coração está saindo da minha garganta, corpo tremendo, peito aumentando e diminuindo. Não havia comido nada, eu estava de NF. Consegui pegar ônibus até centro. Estavam seis horas da noite, consegui chegar ao cartório, mais demora. Vieram estatutos corrigidos. Então, tive que ir na parada mais uma vez para universidade, onde ficava a reunião de diretoria.

Cheguei lá pelas seis e meia da tarde, de cara com sorriso forçado, deixava alguém perceber que estou estressado e cansado. Até quase briguei com vice-presidente. Depois das dez da noite, eu fiquei aliviado depois de fumar Marlboro Fresh e desabafei com a Laura*. Ela respondeu que eu não devia levar muito sério na vida social como secretário, e pediu que eu se preocupa com a minha vida particular. Ela estava certa. Quando saí de ônibus na parada perto da minha casa, uns cachorros latiram e com dentes à mostra. Eu fiquei tão irritado até peguei as pedras para jogar neles. Na casa, eu estava cansado, mas não sinto nenhuma sonolência. Tive que comer prato inteiro de feijão com arroz mais dois ovos fritos. Meu estômago doía depois de comer tudo isso.

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Depois de dias geladas com chuvas e ventos vindas de Antártida, eu e Laura* estávamos sentados na sala de contabilidade, depois de passar no banco, a Laura* ficou surpresa sorrindo, sinalizando:

- Você tem covinhas? Não tinha percebido antes.

- Aham!

- Com as covinhas, deixa o rosto gordinho teu.

- Engraçadinha. – Deixei uma careta de não gostar disso

- Ora! Você tá magrinho, e está usando roupa pesada pra fingir um gordo.

Fiquei sem graça, eu ia sinalizar. Fomos interrompidas por uma atendente.

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Na Feira do Livro da cidade, num domingo gelado, fui passar lá por causa de debate sobre leitura com deficiências. Encontrei Rodrigo*, conversamos sem parar. Nós temos em comum: gente culta, gosto pela literatura e cinema. Pena que ele é hetero. (Eu ainda admiro nele, ok? Paixão impossível)

48,90

Minha garganta estava fundida por causa de frio intenso, falta de nutrientes, nicotina e acidez estomacal por uma semana. Agora, tá melhorando, enfim! Eu tinha miado três vezes (acho) com garganta fundida assim, eu estava histérico. O mais bizarro é que eu e mãe almoçamos no restaurante. Eu comi a maior porção de saladas e menor porção de arroz, aipim frito, batata-frita. Depois do almoço, fiquei nervoso. Despedi mãe, pois tinha compromisso com a advogada para assinar nos estatutos. Como o estabelecimento da advogada fica na frente de prédio de Fórum, subi três andares (não entro nos elevadores desde infância, trauma!). Entrei no banheiro e averigüei se está tudo ok. Saiu a maioria da salada no vaso sanitário. Minha garganta ardeu mais. Preciso parar de miar, mas vou tentar o mais possível.

48,40

Eu deixei os estudos de Senai para sempre pois não agüentava daquele curso que não me combina. Era Técnico em Mecânica Industrial. Algum dia bem cedo, a mãe me acordou pelas seis da manhã. A mãe pediu que está na hora de levantar, eu falei que não preciso. Ela perguntou por quê. Eu respondi que desistência de curso. Ela ficou uma fera e dizendo que vai ter conversa séria mais tarde. Ela foi trabalhar, voltei a dormir. Na tardinha, depois de caminhadas com a Laura* (cotidiano de secretária), voltei na casa. A mãe estava deitada na sofá de sala assistindo da TV. E não falou nada mais sobre a desistência, mas deu um panfleto sobre os cursos. Ela deve ter compreendido, pois eu já falei várias vezes sobre a desistências tempos atrás.

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Fiz inscrição do curso de fotografia na capital, vou ficar lá por bom tempo. Até morar! A mãe deixou, eu percebi a cara dela assim "meu filho único vai embora...". Problema dela! Ela tem que aceitar a realidade. Gozado! Estou com planos para capital: cursos e emprego. Moradia? Não tem problema, pois vou morar com a tia chata. Haja paciência a mais.

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Ontem, eu e mãe fomos ao centro para ver o casaco comprido, que os homens executivos usam, nas lojas. Eu fiquei irritado ao saber que os casacos compridos são feitos de tecido animal: lã. Eu perguntei se tem um de algodão puro. A mãe acha uma frescura minha, começamos a discutir no meio da loja. Eu chamei-a de cabeça fechada e ela me chamou de bobo burro. O atendente da loja ficou sem jeito, falei que não vou comprar. Fomos embora... Mas, hoje, a mãe comprou casaco comprido com metade de algodão e lã, mais colete de lã (ESCANDÂLO! EU RECUSEIII DE USAR!). Pedi uma calça skinny feminina, mas a atendente pegou masculina. Ficou um pouco diferente comigo, prefiro de feminina. Mas, a mãe comprou essa. Na volta pra casa, a mãe reclamou pelo preço da calça R$ 120,00. Eu achei absurdo o preço do casaco R$ 240,00 mais colete de lã R$ 69,00. Pior é que a mãe falou vai devolver calça skinny na semana que vem, talvez. Se for devolvida, vou comprar na capital, falei e pronto!

48,30

Estou em NF desde meio-dia de hoje, como tenho compromissos com presidente e 2ª secretária no meio-dia nos cartórios e banco para entregar atas e estatutos finalizados. É melhor que me deixara prolongar meu NF até tardinha de amanhã, quem sabe.

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Os relatos são de dias aleatórios. Sei que a postagem está confusa, ah... Pior é que analisei várias vezes nesta postagem, tudo por minha obsessão de perfeição...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Cotidiano "normal"


Os dias no subúrbio já não têm sido mais tão contestáveis, e sabe, isso não é bom, na verdade isso é péssimo, porque mostra que as suas convicções vão sendo deixadas para trás lentamente.
Acordo por volta das seis da manhã todos os dias, exceto aos sábados e domingos, um copo de leite não me anima mais, tão pouco os dias cinzas que outrora me faziam feliz. Deus não está mais na chuva, ele nunca esteve aqui para ser bem sincero

As ruas se tornam tão insuportáveis, os caminhos a percorrer todos os dias é um martírio. É detestável estar aqui, este lugar tão cheio e tão vazio.
Olho para céu escuro e nublado, enquanto, algumas gotas de chuva pingam nas pontas de guarda-chuva, e vejo uma cidade desgraçada e mesquinha.

As pessoas não dizem nada, e quando dizem, não é verdade. As manhãs já não são mais toleráveis. Todo conteúdo adquirido parece não ter tanta utilidade agora, minha mente nunca esteve tão decrépita.
D costuma esperar mais de mim, e eu não posso ser eloquente o suficiente para dizer o que deve ser dito. D é um transtorno, e pensar que para você eu já revelei tantas coisas.
Hora do almoço, um evento desagradável, te faz pensar que parte do dia se foi, e você não conseguiu ter vida, você apenas saiu da sua cama.
Como conseguir comer ao mesmo tempo em que há um miserável sujo e sem identidade na calçada, e que, provavelmente irá se tornar mais um marginal a ser detestado?

A tarde começa a dar os seus primeiros indícios de quê nada mais está valendo a pena, quando o sol está intenso é pior, dependendo da ocasião, embora os dias tenham sido de céu nublado, ainda assim a vida não se faz presente em mim.
Tédio não é mais uma palavra sensata, eu queria sentir tédio, estaria feliz se sentisse isso.

O fim da tarde começa a cair, nostalgia e alívio dão os primeiros passos, ainda que não exista evolução.
A volta para casa costuma ser pior, e é estranha essa condição, uma vez que acordar é a pior parte.

Em casa, a briga com a mãe parece ter um significado além do normal, ela só não é melhor porque junto carrega uma imensa perturbação.
O ponteiro do relógio mexendo é cada minuto destruído, já marca dez horas da noite, acabei de tomar banho, estou tão cansado, mas ainda não consigo dormir, há algo errado.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Festa GLS

Laura* me mandou uma mensagem via e-mail dizendo que devo encontrar-a na frente de bar depois das 11:30 da noite de sexta.

Falei para mãe sobre a festa de aniversário em bar. Ela perguntou onde fica esse bar, respondi-a que fica no centro. E avisei-a que vou caminhar até lá. A mãe discordou e falou que vai levar-me até lá.

Fiquei nervoso, comecei a pensar se a mãe vier dois homens beijando na rua frente de bar, não vai deixaria eu entrar lá.

Mas ela dirigiu até na esquina, ainda bem. E avisou-me que não devo beber muito. Eu falei que fica tranquila.

Fiquei esperando na frente de bar, nervoso vendo a gente que desconhecia. Quando eu ia tirar maço de cigarros na bolsa, notei a mãe espionando no outro lado da rua. Eu aproximei-a o que está fazendo. Ela fez uma cara desconfiada, eu expliquei que já conversei com a segurança do bar que Laura* vai chegar daqui a pouco. Ela acreditou e foi embora dirigindo de carro. Aquela putona chata e metida!

Depois de fumar dois cigarros de Marlboro, chegaram Laura* e a companheira dela. Fiquei aliviado. E fomos entrar no bar. Como eu estava tímido pra caramba, os amigos da Laura* me cumprimentam até o aniversariante. Minha primeira vez fui no bar GLS!
Apareceu um rapaz bonito, porém, gordo. Perguntando pra companheira de Laura* como se sinaliza "oi". E deu um oi assim. Eu retribui um oi tímido. E se acompanhou com nós. Fomos no outro lado de bar, tentei dançar normal. Mas, estava nervoso demais vendo um rapaz dançando feito um safadinho comigo. Avisei pra Laura* que devo tomar uma dose de tequila, ela ficou surpresa. Então, tomei! A tequila ardou muito minha garganta até estômago. Alguns minutos, senti azia forte no estômago e a sensação danada de cair no chão de bar. Mas segurei bem, continuei dançado. O efeito de tequila começou imediatamente. Dançei muito até o rapaz (vou chamar de Renato*) me aproximou dançando e beijamos.

Depois de tanto tempo sem beijar alguém, comecei a sentir uma ardência forte dentro do meu corpo. Até o "prazer sexual" voltou à ativa!

Fiquei tão feliz por ter beijado um rapaz. Não importei se é gordo, pronto! Mas... apareceu um aniversariante anunciando que vai ter "Parabéns!", vi uma mesa com bolo, docinhos e salgadinhos. Fiquei nervoso, mesmo bêbadinho assim. Depois de parabéns, ataquei duas fatias de bolo e 4 docinhos. OK! Bêbado idiota!

Senti os efeitos de tequilas cessaram depois de comer doces, fiquei irritado. Mas disfarçei a irritação para não ficar feio ao lado de Renato* (que comeu 3 pratos cheios de salgadinhos!).

Então, deixei pra lá. Voltamos a dançar e beijamos (claro!). Vieram dois strip-tease mulher e homem. Fiquei supreso vendo mulher pelada na minha frente. Confesso que nunca vi uma mulher pelada pessoalmente antes.
Veio um homem, fiquei tão l-o-u-c-o até causei o ciúmes de Renato* que me perguntou se estou gostando daquele strip-tease. Pra piorar um pouco mais, strip-tease me levou pra dançar, fiquei sem jeito.





A apresentação terminou, eu dei um abraço e beijei a Renato*. Ele deixou. Beijamos, beijamos, beijamos sem parar! De repente, pegou a minha mão indo em direção ao banheiro. Renato fez dedo médio mexendo na minha palma, enquanto segurando. Eu fiquei rindo sem jeito. Entramos no banheiro femino (não foi um vacilo, ok!). Ele me olhou de tom safado, me abraçou e beijou com carícias. Comecei a pensar que vai começar ato sexual num lugar assim... Quando ele levantou a minha camiseta e fez carinho na minha barriga, que fez cocégas demais. Eu não consegui continuar assim, afastei um pouco. Pedi desculpas dizendo que não acostumo com os carinhos assim. Ele fez um sorrisinho e me compreendeu, ainba bem. Ato sexual cancelado.

Depois das 3 de manhã, Renato* avisou-nos que vai sair embora. Eu dei um selinho nele. Minutos depois, Laura*, companheira dela e eu fomos embora. Partimos de táxis diferentes. Voltei na casa, mas não muito cansado. Fui a deitar na cama, comecei a relembrar em abraço, perfume, hálito, barba e beijo que Renato* deixou na minha mente até dormir...

Nomes alterados*

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Coisinhas

Depois de uma semana sem postar.

Na terça passada, eu estava me planejando NF, mas a mãe me avisou, quando eu ia no centro, que tem uma pizza congelada pra eu comer na noite. Fiquei sem jeito, achei que vou conseguir a evitar depois. Me enganei, na volta em tardinha, não resisti, coloquei uma pizza no forno e devorei uma pizza inteira feito um louco obeso! Depois, comecei a ter um certo ataque de pânico, corri ao banheiro, comecei a miar. A comida saiu bem difícil, mas não completamente, ai!
Depois das 7 da noite, fui caminhar para casa da minha amiga. O peito e a garganta doeram pra caramba enquanto caminho. Me piorei durante caminho, acabei de cair na rua de centro. [maior vergonha!]

Tenho faltado mais nas aulas de Senai, fiquei entregando currículos nas fábricas e empresas durante as manhãs. O que ganhei? Caminhadas sem fim! Isso é bom para mim, né?


Afinal...

Engordei! Não acredito que voltei na casa de 50 quilos, quero morrer.

Vou tentar me melhorar no bar gls hoje à noite, onde vai ter uma festa de aniversário de amigo de Laura* que me convidou para ir. Espero que vou me divertir, senão...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A vida real fora de casa

Nas 9 da noite de quarta-feira, comecei NF, acompanhado de muita caminhada. Resultado: caminhei mais de 3 horas no período de manhã chuvosa de quinta-feira, só bebendo água e fumando. Consegui driblar o almoço que o pai ia preparar, tive que sair na hora do almoço, avisei-o que não vou comer na casa, vou comer fora [bela mentira!]. Caminhei ao centro, vi a concentração na praça central, eram o carro de Stock Car e um piloto bonito [não sei o nome dele], duas pessoas participaram para troca de pneu pra ganhar um ingresso pra corrida de Stock Car no próximo domingo (17/05). Fiquei só olhando, depois fui e
ntregar ofícios de pedidos, mais tarde fui na universidade onde vai ter a reunião de diretoria de associação. Quando sentei na biblioteca universitária, comecei a sentir tonturas, mente confusa, fadiga, taquicardia. Tive que sair às pressas na direção ao centro de conveniência onde ficam os lanchonetes. Pedi pão de batata, comi devagar e depois fui na sala de apoio universitário, onde comi alguns biscoitos de gergelim e de leite e um bom chimarrão. Melhorei, o NF terminou em 20 horas de duração.

A prova prática de carro? Não passei no começo da prova. Como assim? Motivo: a prova de estacionamento nas balizas. Eu estacionei tudo certo, quando ia sair das balizas. O professor correu na minha direção pedindo que eu desligue carro. Desliguei, sem entender nada. Quando saí do carro, agora entendi. Uma das balizas tinha caído quando meu carro bateu ao sair. Fui reprovado no começo da prova com 4 pontos de falta! Não fiquei chateado no momento, fiquei sem sensações psicológicas, físicas e mentais nada alarmantes, estranho. Mas, tudo bem. Vou tentar pela 3ª vez nos próximos 15 dias. A mãe ficou de cara feia quando contei isso.

Agora, estou comendo um pouco, creio. Mas, de jeito normal. Comi um pequeno almoço, a mãe não reclamou [raridade!], na tarde fui entregar ofícios nas empresas do centro. Obtive alguns resultados: posso perceber um certo preconceito que os empregados me olham assim depois de ler ofícios que entreguei até presenciei uma cópia de ofício amassado! É duro presenciar assim apesar de minha surdez. Me deu uma vontade danada de dar sermões para eles para que me respeitassem.

Afinal, que mundo é esse? A sociologia, filosofia, educação, tabu, pré-conceitos estão se discutindo assim, sem fim... Léo, bem vindo ao mundo fora de casa.

P.S: Comi um brigadeiro e tomei um café expresso no shopping depois de curso de xadrez para iniciantes. Me deu uma fome danada, vou ter que comer bobagens "saudáveis". Um pecado que tenho.


Recebi uma indicação de um selinho. É a primeira vez recebi isso! Muito obrigado, Love! Blog dela: http://mylifeanamia.blogspot.com/


Regras de selinho:
1. Deve exibir o selinho em seu blog;
2. Postar o link do blog que te indicou;
3. Listar 5 desejos de consumo que a deixariam mais glamuroso;
4. Indicar 10 amigos glamourosos e avisá-los que foram escolhidos.

Meus desejos de consumo:
1. Muitas roupas e calçados de origem natural (bem vegano!);
2. Cortar cabelos de estilo emo e pinta-los de preto com roxo;
3. Fazer tratamento facial cada mês;
4. Comprar produtos de higiene e de beleza que não testam em animais;
5. Viagem à Holanda.

Indicados:


Tive que fazer bem rápidinho, pois tenho pouco tempo, inacreditável! Desculpam se não forem indicados por mim, sorry! Bom fíndi para vocês! Força para sempre!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Depois de NF: mia

O fim de semana não foi melhor que eu já tive. Vou explicar...

No sábado, saí da casa sem almoçar, fumando de L&M black [ótimo cigarro!], encontrei amigos surdos na praça ao lado de pavilhão de esportes, onde eu combinei a encontrar com eles, pois sou responsável pelas chaves [vida de um secretário não é moleza?].
Não estava muito interessado em assistir a partida de futsal. Fiquei conversando com amigos, tomando de refri Kuat Zero com toque de chá verde [bom] e fumando. [Sou fumante, ok!]
Voltei depois das 6, o dia já escureceu completamente... Quando cheguei na casa, vi a tia de capital está lá. Fiquei sem graça, a mãe me perguntou se comi algum lanche durante tarde. Respondi que não [pura verdade!]. Ela soltou fogos mandando eu comer alguma coisa, eu tranquilo até se desesperar em certo ponto: a tia ligou pra pizzaria.
Veio a pizza com partes vegetariana, alho e óleo e bacon. Fiquei tão doidinho. Devorei duas fatias de vegetariana e duas de alho e óleo. Fiquei tão cheio, depois assisti um programa inglês na TV sobre uma mulher que ajuda as pessoas emagrecer, fiquei de olhos molhados...

Ontem, não fui no Senai, fui direto pra universidade, onde passei bom tempo de manhã lendo livros sobre transtornos alimentares. E na tarde, fui na aula de direção e por enfim, fui na biblioteca municipal para devolver livros que a mãe leu [não conseguiu de ler todas, essa...]. Me deu uma curiosidade, resolvei a vasculhar nos arredores da biblioteca e encontrei um livro que estava lendo na universidade: Mentes Insaciáveis, de Ana Beatriz B.Silva. Livro muito interessante relata sobre transtornos alimentares como anorexia, bulimia, compulsão alimentar e obesidade. Recomendo que vocês leiam!

Hoje à manhã não fui no Senai de novo, fui caminhar até distrito industrial da cidade, fica uma hora de caminhada, entreguei um curriculum na última fábrica, onde a amiga minha trabalha que me avisou que lá tá precisando umas vagas para portadores de necessidades especiais. Voltei na casa, pego da chuva forte, estava muito cansado, mas satisfeito por ter feito uma caminhada de mais uma hora! Depois de um dia de NF [não comi nada desde almoço de ontem]. SUCESSO! Porém, depois de sucesso, veio ovo frito e batata-frita que meu pai preparou quando eu estava na saída ao tarefa de secretária. Fiquei tão puto! Então, comi um ovo frito e dois pedaços de batata-fritas. Me endoidei depois de comer, me apressei para pegar ônibus para centro. Depois de chegar no intinetário, corri feito um louco até prédio de Justiça, entrei num banho de andares acima. Miei, miei, miei, miei e miei de ovos [sabor horrível!].
Depois disso, fui no prédio de contabilidade onde encontrei tesoureiro e a secretária me aguardam. Foram um blá-blá simples, depois fomos no tabelionato de registros sobre atas da associação [foi mais demorada e irritante!].
Perto das 4 da tarde, Luana* falou que está com fome e me perguntou se podemos parar na lancheria, respondi que não teria problema. Como fui tão idiota!
Me deu uma vontade forte, então pedi pastel de queijo e refri Fanta light. Não fiquei satisfeito, pedi a fatia de torta alemã mais refri Guaraná Antartíca Zero. Ela ficou feliz me vendo comendo demais, maldita compulsão pública! Pior é que conversei com ela sobre trantornos alimentares durante lanche.
Despedi-a, fui na direção central. Quando aproximei do pequeno estabelecimento que faz churros, não resisti. Pedi um churro com mumu (doce de leite).
Me apressei na direção de prédio de auto escola. Tomei dois copos de água gelada e fui no banheiro. Miei, miei, miei, miei e miei de tom silencioso. Saí pra tomar um café com adoçante. Quando fui na saguão do prédio, o instrutor já está. E vi o relógio de parede já são 4:35 da tarde. Fiquei tão surpreso por ter demorando muito no banheiro.
É a última aula de direção. O instrutor falou que estou melhorando bem no final da aula, enfim. Amanhã vai ser a prova de direção. Vem um certo medo: se carro morrer outra vez? Vou ficar louco, por preocupação: vou tomar 15 gotas de Clonazepam antes de deitar para enfrentar dia seguinte bem tranquilo.

Me torcam, por favor, que eu passe da prova de direção. E também a oportunidade de emprego.

P.S: Apaguei a foto no post anterior, por preocupação.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Desgosto irreal

A tia Ló* visitou na minha casa ontem, depois de treino irritante no carro com a mãe [ela é tão p-u-t-a enquanto dirigo carro dela], a mãe preparou uma sopa. Eu pensei que é a de legumes, me enganei. Tem carne nela. Eu recusei a tomar. Deixei pra lá, eu fui fazer trabalho de apresentação no meu computador, a tia passou e me perguntou se eu quiser tomar sopa. Eu recusei, ela reclamou que estou tão magro demais. Falei que não tenho fome. Ela continou implorando, implorando, implorando e desistiu. Notei que a mãe foi sair para alguma casa vizinha antes, não importei. Então perto das 10 horas da noite. A mãe voltou, eu estava no quarto assistindo na TV. Observei a tia contou pra mãe na sala. A mãe me viu de cara diferente e se apressou indo no meu quarto, eu estava totalmente tranquilo. Ela perguntou-me o porque de não comer. Eu expliquei que não tenho fome nenhuma só. Ela me tirou de TV e me levou para cozinha, e esquentou pedaço grande de lasanha vegana. Fiquei sem graça vendo um pedaço grande demais, a mãe me forçou. Eu fiquei irritado. Então, tive que mastigar até engolir com nojo. Para a felicidade da mãe: comi todo.
Estava muito enjoado demais depois de comer, queria miar. Mas não dá, não mereço por estar vivendo na casa dos pais que não amo, nem correspondo e sempre brigo. Quero pais morram!
Depois disso, assisti o episodio de série Brothers & Sisters, minha série preferida. Ah! Eu adoraria ser adotado pela Nora! Fui dormir depois de meia-noite.

Finalmente, estou sozinho na casa agora a tarde. Vou fazer um bom LF de até 500 kcal!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

49 kg: raiva

Anteontem, eu e a mãe saímos ao centro para fazer algumas compras. Durante o caminho, um rapaz alto e gordo passou de nós. A mãe disse:
- Você devia ficar igual como ele. (cara de imploração)
- Eu igual como ele? Nem pensar, não vou ser gordo nunca mais! - falei
- Você é tão idiota e cego. Tá magerrímo demais.
Dei um gesto obsceno pra ela.

Na segunda, eu fui na farmácia e pesei na balança que mede altura, mostra imc até fala (verdadeiro medo!). Obtive o resultado:
Peso: 47,3 kg
Altura: 171 cm
I.M.C: 16,1
Peso ideal: 58,5 - 72,8 kg (ODEIO!)

Fiquei tão feliz naquele dia, mas... Hoje, eu fui pesar. O que a balança falou? 49 QUILOS! Engordei dois quilos, aiaiai. Não mereço assim. Tudo por causa de maldita dieta de gente "normal": comi cachorro-quentes veganos, lasanha vegana e muitas bobagens veganos.

Afinal, só o que eu tinha a contar. Não tenho tempo para continuar. Na próxima vez, vou postar uma foto sobre meu rosto. Aguardem, queridos e queridas.

domingo, 3 de maio de 2009

Sensações ruins

Acordou, pegou celular, visor mostrou 11 horas e se levantou enjoado e triste. Já planejou a começar a dieta dos líquidos desde ontem. Depois de beber só água durante bom tempo, porém, não sentiu bem, começou a sentir o teu corpo debilitado, fraco, sem nenhuma força para continuar. Teve que fumar cigarro barato e enjou cada vez mais. Resolveu dar um passeio para cães, que deixara mais irritado, cansado e fraco demais para prolongar o tempo de passeio. Acabou de comer uma fatia com maionese e queijo. Ficou supra-enjoado e mais triste. Começou a pensar a morte, mas está mais confuso. Não consegue controlar o seu corpo nem a mente, só pensamentos negros. Tentando digitar, a cabeça gira mais. A sensação de desmaiar e de vomitar estão aumentando cada vez mais. O coração começou a bater depressa, teu corpo piorou muito mais depois de chegar na casa de 47, 90 quilos. Teve que desistir a dieta dos líquidos e resolveu a vomitar. A pior sensação que ele já teve.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mistérios

O que será que ele esconde
Dentro do seu quarto
Será que são seus medos
Ou talvez são seus fracassos

O que será que ele esconde
Dentro de si mesmo
Porquê será que ele esconde
Todos os seus segredos

Será que ele leva tudo pra longe
Ou será que de tudo que ele se esconde

Esquecer tentar fazer
Da vida o que sempre quis
Esquecer mas não desistir
Fazer ter sentido, fazer porque fiz

Esquecer não quero ser igual
Quero compreender, quero fazer
Fazer sentido já que
Sou o que sempre desejei

Cuidado com o que se deseja
Pois você pode conseguir